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porque o meu sorriso tem um nome .... Laura Daisypath Happy Birthday tickers online
Quinta-feira, 10 de Maio de 2012

Vamos lá esclarecer...

... a questão que ficou em aberto do último post - ingresso da Laura no Ensino Público e a minha apreensão a esse respeito. À laia de contextualização, há que saber que a Laura ingressou numa IPSS quando tinha 1 ano e 2 meses e que aí tem permanecido. Essa instituição fica numa localidade vizinha e optamos por ela por duas razões de peso - primeiro, aqui não havia qualquer oferta que preenchesse os nossos requisitos, fosse ela pública, privada ou IPSS. Depois, esta instituição acolheu-me, a mim e ao meu irmão, durante praticamente 6 anos, ainda que as instalações atuais sejam completamente novas e a estrear pela Laura. No entanto, a mesma instituição, mais de 30 anos depois...

Entretanto, este ano letivo abriu o tão esperado Centro Escolar aqui do burgo (ensino pré-escolar e 1º ciclo). Tem condições físicas excecionais, um aspeto esteticamente apelativo e muito agradável à vista e está equipado com tudo, desde Biblioteca Escolar a pavilhão Gimnodesportivo, passando por diversas áreas exteriores de parque infantil e campos de jogo. Ah... um pormenor...  da janela do meu quarto vejo uma parte considerável do recreio dos miúdos do 1º ciclo. Mais perto é impossível - 3 minutos a pé. Será neste Centro Escolar que a Laura frequentará o 1º ciclo e aí surge a razão que presidiu à decisão - queremos que ela faça um ano de transição na escola antes da entrada no 1º ciclo.

A apreensão surge por várias razões, mas principalmente por uma - o centro escolar tem capacidade para 16 salas de 1º ciclo (416 alunos) e oito salas de jardim-de-infância (200 crianças). Agora a "moda" é esta - centros escolares megalómanos com todas as condições físicas que nós possamos imaginar e desejar para os nossos filhos. O problema é que o número de funcionários é escasso para tanta miudagem... Há dinheiro para construir, mas não há dinheiro para pagar a auxiliares que assegurem, principalmente nos intervalos, o bem estar e a segurança das crianças. E assim é vê-los quase entregues a eles próprios, obrigados a tornarem-se independentes e auto suficientes do dia para a noite. Isso não é mau, dirão uns, faz parte da vida e do crescimento, dirão outros, e eu não posso deixar de concordar com isso, mas a questão é que eu gostaria de sentir que a minha filha o faz nas melhores condições, físicas e humanas. Neste caso, as condições físicas são excecionais, mas as humanas, ainda que possam ser de excelente qualidade, são escassas... Pronto, este é o principal contra, digamos. Nem imaginam o quanto me assusta ouvir aqui em casa o barulho dos miúdos do 1º ciclo no recreio - parece o fim do mundo! São muitos... 400! Note-se que a minha apreensão não tem a ver com a qualidade do ensino. O facto de ser uma instituição pública não me assusta minimamente porque sei, enquanto professora do ensino público, que há bons profissonais, cumpridores e zelosos das suas obrigações. Aliás, tenho algumas referências nesse sentido. Nunca pensei sequer na possibilidade de "afastar" a Laura do Ensino Público, independentemente de até ter condições monetárias para a manter no Privado. Isso sempre esteve fora de questão... Repito, o que me assusta é a dimensão da escola, o número de alunos e o número de auxiliares disponíveis para estarem com eles nos momentos de pausa nas atividades letivas, isto mais no 1º ciclo, já que na Pré os miúdos ainda têm uma rotina diferente, com espaços separados e perfeitamente demarcados.

Claro que há vantagens - quanto mais cedo se integrar a criança nestas andanças mais facilmente esta desenvolve aquelas capacidades consideradas essenciais como sejam a autonomia e o saber reagir a situações, digamos, mais adversas. Aliás, o futuro delas passa por grandes escolas que implicam misturas de várias faixas etárias, com tudo o que isso implica.

No caso particular da Laura fico especialmente apreensiva porque a conheço e sei o quanto ela é zelosa do seu canto e do seu sossego. Não é uma criança que se adapte facilmente a novas situações e a novas pessoas - estou a lembrar-me da saga da ginástica e do ballet. Sempre levou o seu tempo a afeiçoar-se e a aceitar as novas auxiliares nos inícios de ano letivo - a educadora tem sido sempre a mesma. Enfim, é uma menina que precisa de tempo... Tenho noção de que não vai ser fácil para ela, mas também sei que isso lhe passa e que acabará por se integrar perfeitamente no nova rotina. De qualquer maneira, a apreensão está cá... Coisas de mãe, já sei!

Se as minhas queridas leitoras tiveram paciência para ler tudo, peço que deixem aqui a vossa opinião relativamente ao que escrevi. Qualquer palavrinha que me alivie de alguma maneira, será bem vinda...

:o)

 

publicado por mil sorrisos às 22:07
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8 comentários:
De Abigai a 11 de Maio de 2012 às 10:51
Olá, acho que foi uma boa decisão, bem ponderada e justificada. A Laura vai ter que se adaptar, é um facto, mas também, e como bem o dizes, quanto mais cedo se habituar e se integrar, melhor. Por enquanto é apenas o 1º ciclo, mas quando chegar ao 2º já irá saber orientar-se em espaço maiores, com mais diversidade de crianças e faixas etárias. Com o Gabriel foi muito difícil ingressar no 2º ciclo, a dimensão da escola, o número alargado de crianças, de idades, etc, foi bastante traumático para ele. Se, ainda no 1º ciclo tivesse convivido com mais crianças, maior dimensão, maior confusão, número de salas, refeitórios e filas intermináveis para almoçar, carregar cartões, etc., acho que teria sido mais fácil...
Esta ansiedade de mãe é perfeitamente normal, por norma sofremos mais do que eles, anticipamos dificuldades que regra geral nem chegam a acontecer, as crianças adaptam-se melhor do que podemos imaginar...
Beijinhos,
Anabela
De mil sorrisos a 14 de Maio de 2012 às 11:02
É verdade, custa-nos mais a nós que a eles...
beijos e mil sorrisos
:o)
De Raquel R. a 12 de Maio de 2012 às 15:41
Olá! Já te respondi no post anterior! Tal como tu tenho os mesmos receios, mas a nossa decisão já foi tomada!
bjs
De mil sorrisos a 14 de Maio de 2012 às 11:02
Sim, já te tinha lido, obrigada. Vai correr bem, são etapas que não podem deixar de ser ultrapassadas...
beijos e mil sorrisos
:o)
De C. a 13 de Maio de 2012 às 20:55
As minhas palavras podem te aliviar ou não.Falo apenas da minha E., que está numa IPSS desde os seus quase 2 anos. Aquando da sua inscrição no 1º ciclo fui avisada de que poderia não ter vaga uma vez que ela é de outubro, e assim foi. Já a tinha inscrito na mesma escola que frequentava para não adiar 1 ano a sua entrada no 1º ciclo pois ela estava muito ansiosa, e já estava " apta" para essa mudança. Continua lá e estou muito satisfeita ( a escola que o pai, tios e tias frequentaram). Agora...quando penso na transição para o 5º ano fico APAVORADA. Isto porque se tivesse feito o 1º ciclo no publico talvez estivesse mais preparada para o 5º ano público. Ela está ainda no 2º ano, vai crescer e amadurecer, mas não deixa de ser um aperto no coração!!!
Devemos fazer o que o nosso coração nos diz. Escolhemos sempre o que achamos melhor para os nossos filhos :). Vai correr tudo bem vais ver.
Beijocas
De mil sorrisos a 14 de Maio de 2012 às 11:04
É isso... a nossa preocupação principal é mesmo que eles se "adaptem" às grandes mudanças que se avizinham e acreditamos que passar pela escola previamente lhes facilita a adaptação. Vai correr bem, as nossas meninas vão dar conta do recado!
beijos e mil sorrisos
:o)
De energia-a-mais a 14 de Maio de 2012 às 23:17
O Rafa andou (pelo menos inscrito esteve 2 anos, frequentou ...bem, os dias que o consegui levar...) numa IPSS. Assim que passou para o 1º ciclo não hesitei em colocá-lo no ensino público. A escola que frequentou era no entanto uma escola de ensino básico, portanto até ao 4º ano. Mas na passagem para o 5º ano, apesar de ter possibilidade de optar, acabei por escolher a escola do agrupamento, ou seja uma EB23, pois acho que com as condições que foram pensadas para estes mega agrupamentos, a transição acaba por ser gradual. Mesmo tendo em conta diferentes faixas etárias, as coisas correm com ritmos diferentes, crianças mais pequenas não se cruzando mais do que o necessario com os maiores. E repara que o Rafa tem caraterísticas menos comuns, mesmo assim considero que enquanto mais novo a adaptação será melhor, até porque criará laços com mais miúdos.
Depois acabei por optar pela mesma estratégia com o Quico e coloquei-o numa escola que pode frequentar até ao 4º ano, facto que ele encara agora, no último ano da pré como positivo por já estar na escola dos «grandes».
E pronto tens a minha opinião! cada caso é um caso mas o teu instinto (e tu melhor do que eu, pela profissão) te fará algum apelo!
beijinhos
De mil sorrisos a 17 de Maio de 2012 às 22:48
Esta é mesmo a melhor opção, estou convicta disso. Obrigada pelo teu testemunho.
beijos e mil sorrisos
:o)

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