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Quinta-feira, 22 de Novembro de 2007

carta de amor

Laura

 

Estas palavras são para ti, expressamente para ti, meu amor. Quero dizer-te tanta coisa!! O meu coração não sabe por onde começar... Provavelmente tu lês tudo no meu olhar, mas apetece-me dizer-to com todas as letras.

Adoro quando me olhas nos olhos e me sorris. Os teus olhos são brilhantes, enormes, curiosos, tão expressivos!  Apetece mergulhar neles... Sabes que acho que olhas para mim de uma forma especial? Ou será que sou eu que quero que assim seja? Às vezes sinto que o teu olhar me diz És a minha mãe, a pessoa mais importante nesta fase da minha vida e eu adoro-te! Sinto isto no teu olhar. Provavelmente sentirás o mesmo no meu. Os nossos olhares não deixam dúvidas... reconhecemos o amor que sentimos e a importância que cada uma tem na vida da outra... Os sorrisos, esses, estavam destinados há muitos meses, desde que soube que vinhas a caminho. Lembras-te? És a dona do meu sorriso desde então e serás sempre. Curiosamente, sorris desde o primeiro minuto. É verdade...

E os abraços? Estás sempre tão quentinha, meu docinho. A forma como te aninhas e te seguras só me fazem apertar-te mais e mais. Quando te tenho assim sinto que nada de mal te pode acontecer, como se eu pudesse tudo, contra todos. Torno-me uma mulher mais forte, corajosa e determinada, tudo porque te tenho nos meus braços. É nestes momentos que te sussurro palavras doces ao ouvido que tu pareces compreender...

Estás numa fase muito engraçada. Já agarras bem nos objectos e palras imenso. Temos grandes conversas, não é meu amor? Estás cada vez mais atenta ao que te rodeia e dou por ti  a olhar, meio perplexa, meio incrédula, para muitas coisas. Uma das que te chamam mais a atenção são os azulejos da cozinha dos avós. Deve ser de serem tão pavorosos! Olhas e voltas a olhar... Parece que te ouço...Avô, tens de trocar os azulejos da cozinha que a minha sanidade mental está a ficar comprometida! Outra coisa que chama a tua atenção são os padrões dos tecidos, desde os lençóis às mantinhas, passando pelo pijama da mãe e a camisa que o pai traz vestida. Será que temos estilista?! Continuas a levar imenso as mãos à boca e a não gostar particularmente de chupeta. Já os dedos da mãe e do pai...ui, que belo pitéu! Adoras que te adormeça fazendo festinhas, ao de leve, no teu rosto. Aliás, só assim adormeces à noite. Meto-te a chucha e acaricio-te o rosto com ambas as mãos. Tu agarras as minhas com as tuas e, pouco a pouco, vais deixando os teus bracitos cairem... É assim que sei que estás já a dormir profundamente.

O tempo está a fugir, Laura! Um dia destes a mãe vai trabalhar e a nossa rotina vai mudar completamente. Vou sentir tanto a tua falta! Mesmo agora já me custa estar meia-hora que seja longe de ti... Neste momento veio-me à memória uma expressão lindíssima do nosso Camões que traduz esta sensação. Na obra Os Lusíadas, no episódio das Despedidas em Belém, que retrata a partida das naus de Vasco da Gama na viagem que culminaria com a chegada à Índia, surgem as palavras saudosos na vista. Estas pretendem retratar as saudades que os familiares e amigos daqueles que partem já sentem, apesar dos entes queridos ainda ali estarem na sua presença. É uma espécie de sofrimento por antecipação relativamente àqueles que vão seguir viagem. Eu já sinto saudades tuas, Laura, apesar de te ter ainda até ao final do ano só para mim... Saudosa na vista, é como me sinto...

És a minha vida, mais que isso, és tão vital para mim como o ar que respiro. Vieste colocar um sorriso permanente no meu rosto. Vivo em estado de graça porque todos os dias são dias de Laura. Não há segundas, nem terças, nem quartas...há dia de Laura. E como são adoráveis todos os dias, todas as horas, todos os minutos...preciosos!

Amo-te... e sorrio-te...

 

:o)))))))))))))))))))

 

 

sinto-me:
publicado por mil sorrisos às 23:16
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